Moinhos de Vento

  • Horizontes – Elaine Geissler

Há muito tempo que ando
Nas ruas de um porto não muito alegre
E que no entanto
Me traz encantos
E um pôr-de-sol lhe traduz em versos
De seguir livre muitos caminhos
Arando terras, provando vinhos
De ter ideias de liberdade
De ver amor em todas idades
Nasci chorando, Moinhos de Vento
Subir no bonde, descer correndo
A boa funda de goiabeira
Jogar bulita, pular fogueira
64, 66, 68 um mau tempo talvez
Anos 60 não deu pra ti
E nos 80 não vou me perder por aí
não vou me perder por aí
não vou me perder por aí
não vou me perder por aí

  • Com a Câmara na Cidade

  • Livro Moinhos de Vento – Histórias de um Bairro de Porto Alegre

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